Paulo Franke

14 maio, 2016

Na ilha GREGA de Zakynthos (segunda e penúltima parte)

- Segunda e penúltima parte -

Zakynthous atrai turistas por diferentes razões, uma delas a de fazer uma turnê para ver tartarugas gigantes, comuns na região, e não só mas também megulhar e vê-las bem de perto.
Os meus leitores sabem que, como dizia no antigo Orkut, "gosto de animais... no zoológico", estão por dentro que não fui lá vê-las, o que no entanto muitos fazem. Gostos diferem.


Na agência turística do Petrus, fui sim comprar uma turnê - € 29.00 - de 5 horas de barco ao redor da ilha, incluindo paradas para os corajosos nadarem (adivinhem se estive nesse grupo?).


À hora marcada, logo após o café da manhã - tomado apressadamente - uni-me a um dos grupos que de ônibus pegava turistas, perto do meu hotel.


E logo estávamos prontos para partir, vendo a cidade sumindo aos poucos.


E logo tomava o meu lugar no andar aberto de cima do barco, ao lado de lindas donzelas polonesas, de uma seriedade típica e sem falar nada de inglês.


Não gosto de usar óculos escuros, mas o sol grego naqueles dias, felizmente muito bons, me fez usá-los diversas vezes. E no pescoço, a cruzinha de sempre, para identificar-me como cristão, importante no momento na Europa...


A turnê consistia em navegar ao redor da ilha para ver suas cavernas azuis (Blue Caves), de fato um espetáculo como mostrarei nas fotos seguintes, parando no lugar mais famoso da ilha, Navagio Beach.



As diferentes formações, prato feito para geólogos e não só.


E eis as primeiras cavernas à vista!


Para fotografar desta forma só subindo no banco e já explico a razão.



Outra foto, equilibrando-me de cima do banco, o que logo desisti de fazer...


Na primeira parada para turistas do barco nadarem no mar azul.


Foto para provar que, no balanço do mar, continuo vivo e não fui, igual a Jonas, lançado ao revolto mar.


Lindas paisagens, mas a maioria com gente na frente.


Todos curiosamente com a mesma idéia que eu... fotografar!!


 Cavernas e mais cavernas... com tonalidades diferentes de azul no mar.


Esta polonesa de jaqueta blue jeans até que não destoava tanto na foto.


 Esta toalha e os biquinis secando... bah! péssima moldura para a linda foto.


Os rochedos de fato são belíssimos...


 ...novamente, pena as cabeças!



Pausa para contar o meu telefonema para a filha Deborah, que nos fez rir bastante ontem:
Ela contou que leu no Face que viajar é maravilhoso, olhar as fotos no Google, fabuloso... mas enquanto se passeia há muita gente que teve a mesma idéia e atrapalha a paisagem, rsrsrsrs.



E chegou o mento quando o barco se aproxima do Navagio Beach... aí, sim, todo o mundo queria fotografar!


O azul do mar reflete-se no rochedo!


Navagio Beach é também chamada de o" lugar do naufrágio", no caso o de um navio contrabandista de cigarros que naufragou em 1983 e foi trazido para a praia.


E aproximamo-nos cada vez mais.



Hora de descer do barco, o que exigia um pouco de coragem, pois no último degrau da escada o mar podia cobrir até os joelhos ou, dependendo das ondas, até a cintura!


Mas como ficar no barco diante de tanta beleza?


E não admirar de perto aquele lugar maravilhoso??


Tentei um selfie, mas de repente pedi que me tirassem foto de costas para o mar... e que cor de mar!


E por que não uma de costas para o navio enferrujado?


É a foto de um "velho enferrujado" com o fundo de um navio enferrujado!



Mas não é verdade que até um navio enferrujado pode tornar-se arte?


Então consolei-me na minha idade -  bronzeado com cor de ferrugem pelo sol - mas levo vantagem sobre o navio porque, graças a Deus, não estou "encalhado" e já começo a planejar a próxima viagem pelo mundo que Deus criou!


Como a hora ainda possibilitava, que tal mais um bronzeado?


E mais algumas fotos neste lugar paradisíaco?


A gente pede a alguém para tirar uma foto...



... mas a pessoa sempre tira mais. Aproveito, então, todas!


Depois de pouco mais de uma hora no local, a volta para o navio a fim de prosseguir viagem.


 Nova foto para o reflexo azul do mar no rochedo.


Algumas turnês, como a deste barco, leva turistas para verem o fundo do mar, do próprio barco que tem o fundo de vidro.


E agora a paisagem muda um pouco... rochedos e pelancas!



Dá a impressão de que toda a borda da ilha é como... um bordado da natureza.


No dia da chegada comprei no hotel um livro com fotos e fatos sobre a esplendorosa ilha.


Uma outra turnê, da qual não participei, abrange o interior da ilha, com possibilidade de ver Navagio Beach do alto, a 400m como na página do livro.


O pessoal mais solto e agora curioso como eu...


... pois foi anunciado que o barco entraria literalmente em uma caverna...


Qual seria a sensação... quem sabe da palavra grega "labirintite" (de labirinto)?


Adentrando a caverna bem devagar...


A tiazinha parecia bem tranquila.


E assim o grande barco entrou por uns instantes na caverna.


E mais um pouco de passeio...


O cansaço já batendo, mas a beleza das cavernas nos acorda.


E agora à frente, emoldurando a foto...um careca!



Rochedos, caverna e ... o careca!




Anunciada a proximidade de Zakynthos e do final do passeio.


Nos momentos finais fui ver o rastro de ondas deixadas pelo barco.


Adivinhem se dormi bem naquela noite? Sim, mas sem antes assistir na TV moderna do quarto a BBC-World, como de costume em casa.
Os assuntos que acompanhava... o homem do tempo e naquele último dia a "maratona no Senado em Brasília"...

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Penúltimo dia na ilha...


Mais um dia andando pelo centro.


Agora a um belo lugar típico de construções gregas.



O palácio do governo da ilha.


Uma igreja restaurada depois do terremoto de 1953.


E por que não saborear um camarão à grega?


Enquanto estava no restaurante, por coincidência passou por ali a jovem belga Dana, que conheci na turnê de barco. E como para mim iniciar conversa com novos amigos é coisa fácil, ofereci para comer camarão, mas a nova amiga do Facebook só quis uma Fanta.


Arcos, comuns na arquitetura grega.



Monumento à liberdade, tão almejada pelos gregos.


De repente, passando por uma loja vejo um boné do Brasil no dia anterior ao da volta.


Pose com o novo boné, pois de fato não tenho tenhum com motivo brasileiro!


Naquele derradeiro dia, dei-me ao direito de um bom sorvete grego!



E este taxi para dizer que por duas vezes voltei do centro tomando um taxi para aliviar os pés dos 3km... € 8.00 a corrida.




Com o check-out do hotel ao meio-dia, passei muitas horas no aeroporto até o meu check-in ser aberto. "Paulo indo para Atenas" foi um dos trechos que li na minha Bíblia de bolso aberto exato no trecho de Atos, pena que embaçada a foto.



Com o presente da Anneli, um tênis Nike, a visita às ruínas da grega Éfeso foi lembrada no aeroporto...



Estive lá, mas não a fotografei; uso com agradecimento ao fotógrafo, foto da deusa Nike, deusa grega da vitória!



Afinal, quem me dá o pique para gostar cada vez mais de viajar é Aquele que faz os meus pés ligeiros como os da corça, segundo o versículo. E meu xará-tocaio Paulo andava longas distâncias geralmente a pé na missão de espalhar o Evangelho, de sandálias longas distâncias.




Novamente a Olympic Airlines, rumo a Atenas.



Gostoso andar de avião a hélice!!



Do avião vejo o por-do-sol...



Um espetáculo do Criador!



Do aeroporto de Atenas, como planejara, fui até o centro da capital grega e de lá tomei um taxi para rever a Acrópole.


À noite foi o mais próximo que o taxi pode subir, mas eu já tinha esta única foto da visita, em 2002, quando inclui Atenas à primeira InterRail que fiz. Outras cidades gregas, Corínto e ilha de Patmos (em outra viagem ao país, visitei a ilha de Cós/Kos), onde o apóstolo Paulo também estivera de passagem, conforme Atos.


De volta ao aeroporto de Atenas, fiz um tour Athens-by-Night de dentro do próprio ônibus.



Belos alguns prédios iluminados!


Dois postais de Atenas à noite, minha única compra.


Passei a noite dormindo em bancos do aeroporto de Atenas, pois minha volta à Finlândia se daria na manhã seguinte.
Mas a foto expressa minha opinião sobre mais uma viagem...
BLESSING!

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Só uma semana de ausência e a paisagem vista da nossa cozinha já mudou... as bétulas rebentaram em folhas com a primavera.


Meus amigos faisões parecem ter sentido a minha falta... chamei-os pela sacada e eles, surpreendentemente, se aproximaram. A partir de amanhã, portanto, coloquei na lista de compras e a Anneli comprou "sementes de gergilim" para eu atirar para eles da sacada. Merecem! Estes animais não quero "no zoológico", mas que continuem me alegrando !

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Próxima postagem... a terceira e última!

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